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Hormônio bioidêntico pode aumentar a expectativa e qualidade de vida, sem efeitos colaterais

Dr. Marcos Natividade
Atualmente, o maior fator de envelhecimento é o estresse. Durante a vida adulta, as pessoas apresentam deficiências hormonais que definirão as diversas pausas que ocorrem no ser humano, como menopausa, andropausa, melatopausa, eletropausa, adrenopausa, tireopausa e somatopausa. Essas pausas são condições médicas que devem ser tratadas, pois ajudarão o bom funcionamento do organismo e, consequentemente, aumentarão a expectativa e a qualidade de vida.
O método da Modulação Hormonal se caracteriza por equilibrar o organismo com o funcionamento correto das glândulas. Em alguns aspectos, a modulação é diferente da chamada Reposição Hormonal, que teve seu início no século passado visando exclusivamente à menopausa e a reposição dos hormônios sexuais femininos. A modulação hormonal tende a restabelecer todos os níveis hormonais, não apenas na menopausa, mas em todas as deficiências.
Eficientes e seguros, os hormônios bioidênticos têm sido utilizados na modulação hormonal há 28 anos. Quimicamente idênticos aos produzidos pelo organismo, encaixam-se perfeitamente ao receptor da célula, de forma fisiológica, trazendo benefícios iguais ao hormônio natural.
A reposição hormonal que não é feita com o hormônio bioidêntico pode ser perigosa, uma vez que o sintético apresenta um radical bioquímico que o torna diferente do hormônio que o organismo produz. Ele também apresenta benefícios e melhora os sintomas, mas por não se identificar com o do organismo, age como um corpo estranho, podendo causar efeitos colaterais e desencadear o câncer.
Os hormônios bioidênticos têm como matriz a própria molécula do Colesterol, que é a matéria-prima básica para a formação dos hormônios sexuais masculino e feminino. Compostos por moléculas iguais aos hormônios secretados no organismo, eles são isentos de efeitos colaterais. Estes, também, têm um papel cardioprotetor nas mulheres, levando a um decréscimo do risco de ataque cardíaco e câncer de mama.
A sinergia entre os hormônios é um ponto muito importante e significa que o uso de determinado hormônio auxilia o funcionamento de outra glândula. A primeira a ser atingida pelo stress é a suprarrenal, pequena glândula situada em cima dos rins. Ao tratá-la estamos auxiliando a tireóide e a secreção dos hormônios sexuais. Devido a esta interação positiva, poucos são os casos em que é necessário fazer a reposição do hormônio do crescimento.
O uso dos hormônios bioidênticos trouxe grande segurança à modulação hormonal, por serem absorvidos como hormônio natural e não estarem associados com os riscos inerentes aos sintéticos. Pequenas dosagens são suficientes para manter a memória, boa mobilidade das articulações e bom sono.

Dr. Marcos Antônio Natividade é médico e escritor. É graduado pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro (Uberaba - MG). Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e Associação Médica Brasileira. Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Associação Médica Brasileira de Oxidologia (AMBO). Atualmente é professor do curso de pós-graduação em Ortomolecular ministrado pela FAPES (Fundação de Apoio e Pesquisas na Área de Saúde). É Master em Fisiologia do Envelhecimento e Ciências Anti-Aging pela Unip, São Paulo.
www.marcosnatividade.com.br
 














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