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O futuro do recrutamento e seleção após a pandemia

Natália Ribeiro

As contratações remotas já eram consideradas uma tendência para algumas empresas, que consideram o processo mais estratégico e rápido. Porém, para outras companhias, o cenário imposto pela pandemia da COVID-19 exigiu que a mudança desafiadora para a tão falada transformação digital na área de RH acontecesse o mais rápido possível.

O grande desafio nas contratações vai além do uso da tecnologia, envolve a questão da humanização, já que a área de recursos humanos é popularmente conhecida como a de maior contato humano com os funcionários. E como ser humanizado e tecnológico ao mesmo tempo? Essa é a pergunta que deve ser feita pelas empresas e pelos recrutadores o tempo todo.

Por sermos uma instituição da área da saúde, nós da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), não podíamos parar e precisávamos ser mais rápidos e assertivos nas contratações. Para que o processo seletivo desse certo e funcionasse, a primeira coisa que pode ser feita foi contratar uma plataforma digital de atração, onde os candidatos podiam se aplicar a vaga de maneira simples e ter um processo de documentação digital para que não houvesse a necessidade de impressão de papel e muito menos o deslocamento do candidato.

A ideia deu certo: foram 404 contratações em 2020 e mais 374 até outubro de 2021 - todas elas feitas de forma digital, contando com um mercado aquecido para esse ramo. Com este processo digital, reforçamos a nossa marca empregadora e hoje temos um banco de talentos com mais de 28 mil candidaturas. Somos referência em benchmark para empresas do mesmo ramo.
Além disso tudo, o processo digital facilitou muito a atração e experiência de candidatura desses profissionais, que podem acessar e se inscrever nas vagas em qualquer lugar e no momento que preferirem.

Outra estratégia que a pandemia fez com que apostássemos foi o processo seletivo interno. Investimos em treinamentos para acelerar o aprendizado dos nossos funcionários e assim promovê-los para vagas de maior demanda e que aceleram a carreira. Tivemos um total de 183 promoções e isso acarretou a geração de valor de pertencimento do nosso colaborador à empresa.

A tecnologia é aliada na estratégia do RH de melhorar o ambiente organizacional, com softwares e ferramentas que facilitam os processos. Estamos no caminho certo para melhorar os processos de contratação e, atualmente, temos diversas ferramentas que apoiam esse trabalho e, por estarmos falando do mundo tecnológico, as mudanças são constantes e vem para ajudar ainda mais essa evolução.

Natália Ribeiro, Gerente de Recursos Humanos da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI)

 

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