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Estudo sobre transtorno depressivo persistente levar à alterações nas células imunes incentiva a busca mais específica por neurocientista brasileiro

Segundo um estudo aprovado pelo comitê de ética local da Dresden University of Technology, as pessoas que sofreram de transtorno depressivo persistente (TDP), a ter o diagnóstico marcado pela persistência dos sintomas depressivos por mais de dois anos, apresentam aumento da deformabilidade celular em monócitos e neutrófilos (grupo de células do sistema imunológico que tem a função de defender o organismo de corpos estranhos, como vírus e bactérias).

O estudo acrescenta ainda que os eritrócitos (glóbulos vermelhos ou hemácias) e os linfócitos (glóbulos brancos) foram mais deformáveis no transtorno depressivo persistente presente, desta forma pode fazer-se a associação entre o TDP ao aumento da deformabilidade das células sanguíneas.

As pesquisas do PhD em neurociências e biólogo, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, têm por ponto de apoio inicial este estudo que foi aprovado pelo comitê de ética local da Dresden University of Technology. Desta forma o neurocientista apoiado pelo Hospital Universitário Martin Dockweiler, elaborou um artigo cientifico que foi avaliado e aprovado pelo comité cientifico da revista COGNITIONS que tem como tema as anormalidades fisiológicas mais consistentes e salientes na hiperatividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA) e inflamação crônica de baixo grau associada a níveis elevados de cortisol e citocinas pró-inflamatórias, respectivamente.

Em suma, Abreu pretendeu, neste novo estudo apresentado, ser o mais detalhado possível na análise de como uma disfunção no cérebro afeta o sistema imunológico.

 Referências: https://cognitioniss.org/2022/04/20/10-38087-2595-8801-133/

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