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Apendicite precisa ser diagnosticada prococemente para não evoluir para formas mais graves

A apendicite é uma das causas mais comuns de dor abdominal aguda em pacientes que procuram atendimento médico no pronto-socorro. Estima-se que 7% da população terá o problema em algum momento da vida e, para que ela não evolua para as formas mais graves, o que pode acontecer em algumas horas, é muito importante fazer o diagnóstico precoce. Portanto, é fundamental que o paciente procure um serviço médico assim que aparecerem os primeiros sintomas.

De acordo com o cirurgião Rafael Curado, os sintomas mais frequentes são dor abdominal e falta de apetite, que atingem 100% dos pacientes, seguido por náuseas (90%), vômitos (75%) e dor migratória (50%). Entre janeiro de 2017 e junho de 2018, o grupo realizou mais de 400 apendicectomias (retirada do apêndice cecal) nos hospitais em que atuam.  “O diagnóstico é predominantemente clínico, baseado em uma precisa história clínica (anamnese), exame físico detalhado e, se necessário, uma complementação diagnóstica com radiografia simples de abdome, ultrassonografia ou,  até mesmo, tomografia computadorizada com contraste endovenoso”, explica.

Segundo o cirurgião, é muito importante fazer o diagnóstico precoce para diminuir possíveis complicações da doença, que pode causar perfuração do órgão e até infecção na corrente sanguínea (sepse ou septicemia). “Além disso, o atraso também pode causar dificuldades cirúrgicas, complicações pós-operatórias, longos períodos de internação e até a morte”, destaca. O quadro do paciente costuma mudar a cada 12 ou 24 horas.

A apendicite pode atingir de crianças a idosos, mas é mais comum entre adolescentes e adultos jovens. Atualmente, o tratamento padrão ouro para Apendicicte Aguda é a Apendicectomia Videolaparoscópica. “Essa abordagem é minimamente invasiva ao paciente, que tem uma recuperação mais breve e com menos dor, permitindo que ele retorne logo à sua rotina e trabalho. Existem algumas linhas de pesquisas que falam sobre o tratamento da apendicite com antibiótico, no entanto, a doença pode voltar, inclusive de forma mais grave, portanto, sempre recomendamos a cirurgia”, explica.

 

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