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Curso FEBRASGO para capacitação de preceptores

A FEBRASGO vem investindo resolutamente em ações para melhorar a qualidade dos programas de residência médica em todo o País. Para isso, desenvolveu a Matriz de Competência, um rol de critérios que visa assegurar consistência e coerência às grades curriculares dos programas em Ginecologia e Obstetrícia.
Paralelamente, porém com o mesmo foco, já começou a aplicar testes para residentes, o TPI (Teste de Progressão Individual), além de organizar treinamento para preceptores que ocorrerá no dia 18 de agosto, em São Paulo, o I Curso de Capacitação em Formação Orientada por Competências para Tocoginecologistas da Residência Médica.

“Almejamos qualificar os preceptores dos programas, desenvolvendo assim quem ensina o Residente”, explica o presidente da Comissão de Residência Médica da FEBRASGO, Gustavo Salata Romão. Dividido em duas etapas, o primeiro módulo teve a participação de cerca de 200 preceptores de todo o País, que participaram de aulas a distância.

“Agora estamos complementando o conteúdo com o módulo prático, presencial, no qual eles poderão vivenciar experiências qualitativas com métodos novos de avaliação no cenário da prática e em simulações. Temos três instrumentos de avaliação com vistas a qualificar a residência, que são o mini CEX, na verdade um formulário estruturado para a avaliação do RM enquanto ele realiza consultas médicas, o DOPS, ferramenta para observação direta de procedimentos feitos pelos residentes, e uma simulação com OSCE, para testar habilidades em cenários simulados”.

Para este módulo, foram selecionados os 20 preceptores que melhor se saíram no curso teórico. “É a primeira edição do curso. Posteriormente pretendemos expandir para todas as regiões do País para que aqueles que se submeteram à parte teórica possam cumprir a etapa prática”, adianta Salata.

“Um dos parâmetros para saber se o programa de residência está bem estruturado é o desempenho dos residentes no TPI. Obviamente que a partir desse desempenho, os coordenadores poderão identificar fortalezas e fragilidades em seus programas e a partir daí, promover readequações e implementar melhorias relacionadas ao ambiente de trabalho, conteúdo programática, qualidade supervisão, sistema de avaliação, entre outras. Acreditamos que a capacitação de preceptores é um passo importante em direção a atualização e qualificação dos programas de residência médica em Ginecologia e Obstetrícia.”, finaliza Salata
 
Cerca de 1300 residentes de programas de Ginecologia e Obstetrícia se submeteram ao Teste de Progresso Individual (TPI), da FEBRASGO (Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia), em 28 de julho, em dez cidades brasileiras, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba e Ribeirão Preto. O objetivo do TPI é apontar os pontos positivos e aqueles a melhorar na residência em Ginecologia e Obstetrícia.

“Um motivo importante da adesão é que tanto os preceptores quanto os residentes estão vendo no TPI a oportunidade de construir um aprendizado mais sólido e diferenciado para atender às mulheres brasileiras”, pondera Salata. A nota individual do residente somente será divulgada para o próprio candidato e a média dos candidatos de um mesmo programa será divulgada apenas para o responsável pelo programa. Não haverá divulgação pública da nota ou da ordem de classificação dos residentes e não haverá ranqueamento dos programas em função da nota da prova. 

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