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Curso FEBRASGO para capacitação de preceptores

A FEBRASGO vem investindo resolutamente em ações para melhorar a qualidade dos programas de residência médica em todo o País. Para isso, desenvolveu a Matriz de Competência, um rol de critérios que visa assegurar consistência e coerência às grades curriculares dos programas em Ginecologia e Obstetrícia. Paralelamente, com o mesmo foco, já começou a aplicar testes para residentes, o Teste de Progressão Individual (TPI), além de promover o I Curso de Capacitação em Formação Orientada por Competências para Tocoginecologistas da Residência Médica.
 
“A meta é qualificar os preceptores dos programas, desenvolvendo assim quem ensina o Residente”, explica o presidente da Comissão de Residência Médica da FEBRASGO, Gustavo Salata Romão. Dividido em duas etapas, o primeiro módulo teve a participação de cerca de 200 preceptores de todo o País, em aulas a distância.
 
“Agora estamos complementando o conteúdo com o módulo prático, presencial, no qual eles poderão vivenciar experiências qualitativas com métodos novos de avaliação no cenário da prática e em simulações. Temos três instrumentos de avaliação com vistas a qualificar a residência, que são o mini CEX, na verdade, um formulário estruturado para a avaliação do RM enquanto ele realiza consultas médicas, o DOPS, ferramenta para observação direta de procedimentos feitos pelos residentes, e uma simulação com OSCE, para testar habilidades em cenários simulados”.
 
Para este módulo, foram selecionados os 20 preceptores que melhor se saíram no curso teórico. “É a primeira edição do curso. Posteriormente pretendemos expandir para todas as regiões do País para que aqueles que se submeteram à parte teórica possam cumprir a etapa prática”, adianta Salata.
 
“Um dos parâmetros para saber se o programa de residência está bem estruturado é o desempenho dos residentes no TPI. Obviamente que a partir desse desempenho, os coordenadores poderão identificar fortalezas e fragilidades em seus programas e a partir daí, promover readequações e implementar melhorias relacionadas ao ambiente de trabalho, conteúdo programática, qualidade supervisão, sistema de avaliação, entre outras. Acreditamos que a capacitação de preceptores é um passo importante em direção a atualização e qualificação dos programas de residência médica em Ginecologia e Obstetrícia.”, finaliza Salata.
 

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